
Existe um fenômeno curioso que acontece todo mês de março no Texas. Você anda pelas ruas de Austin, entra em uma fila de palestra ou senta em um café e, invariavelmente, ouve alguém falando português.
Não é impressão sua. Historicamente, o Brasil envia a maior delegação estrangeira para o SXSW. Mas a nossa presença vai muito além dos números. O brasileiro criou um jeito único de viver o festival, e fazer parte dessa “tribo” é a sua maior vantagem competitiva durante o evento.
Por que somos tantos? (a fome de futuro)
O mercado brasileiro é ávido por inovação. Somos early adopters naturais de redes sociais, fintechs e novas tecnologias. O SXSW ressoa com a nossa cultura porque mistura negócios com criatividade e informalidade, um ambiente onde o executivo brasileiro navega muito bem.
Tracy Mann, diretora de negócios do SXSW para o Brasil, já definiu nossa presença como um indicador de sucesso do evento, citando a autenticidade e a potência da nossa indústria criativa.
A vantagem da “tribo”: por que não ir sozinho?
Ir ao SXSW sozinho pode ser intimidador. São 300 mil pessoas, centenas de palcos e uma cidade que não para. É aqui que a força da comunidade brasileira faz a diferença.
- A curadoria coletiva: no fim do dia, os brasileiros se reúnem (oficialmente ou espontaneamente) para trocar o famoso “o que você viu de legal?”. Essa inteligência coletiva permite que você absorva insights de palestras que não conseguiu assistir. É como ter 100 olhos em vez de dois.
- Networking facilitado: o “crachá brasileiro” abre portas. É mais fácil abordar um VP de uma grande empresa brasileira em um Happy Hour em Austin do que tentar marcar uma reunião na Faria Lima. A informalidade do evento, somada à conexão cultural, acelera negócios.
- A casa brasileira: frequentemente, agências e marcas brasileiras montam QGs em Austin (como a Casa São Paulo em anos anteriores), que servem de ponto de encontro, palco de conteúdo em português e refúgio para recarregar as energias (e o celular).
O jeito Copastur de viver a comunidade
Nós sabemos que a logística e a solidão podem ser os maiores inimigos de uma boa experiência. Por isso, a Copastur não vende apenas a passagem. Nós criamos uma comunidade temporária.
Nossos grupos têm anfitriões que orientam para que os grupos tirem o melhor proveito do evento.
Em Austin, você é um cidadão global, mas ter uma base brasileira sólida garante que você tenha com quem celebrar as descobertas e, principalmente, com quem traduzir tudo aquilo para a realidade do nosso mercado na volta.
Faça parte do maior movimento brasileiro do festival.


