
Você chega ao SXSW, entra em uma das salas mais disputadas do evento, em Austin, e espera pelo tradicional relatório anual de tendências que o mercado corporativo consome há quase duas décadas.
Mas, desta vez, o que encontra é um funeral.
Coroas de flores brancas, trilha de despedida e um palco preparado para marcar o fim de algo simbólico. Foi assim que Amy Webb, futurista e CEO do Future Today Institute, abriu sua apresentação — vestida de preto, em um cenário à luz de velas — para anunciar a “morte” do seu próprio Emerging Tech Trend Report.
A provocação não foi meramente estética ou performática. Foi profundamente estratégica.
Segundo ela, o modelo que guiou empresas por anos — prever o futuro a partir de relatórios anuais fixos — já não acompanha a velocidade das transformações atuais. Em um cenário impulsionado por avanços exponenciais e quase diários em inteligência artificial, biotecnologia e novos modelos de negócio, os relatórios ficam obsoletos no exato momento em que são publicados. O futuro deixou de ser algo que se prevê e passou a ser algo que se atualiza constantemente.
O que está em jogo não é o fim do planejamento corporativo, mas o fim do planejamento estático e engessado.
Durante muito tempo, organizações se apoiaram em listas de “10 tendências” para orientar decisões de diretoria. O que essa discussão de “destruição criativa” mostrou em Austin é que isso já não é suficiente. Em vez de olhar para o que “vai virar moda”, Amy Webb apresentou a era das Convergências — momentos em que áreas antes separadas colidem, como o uso de tecnologia e biologia para criar o que ela chamou de “ampliação humana” (human augmentation). Ela citou desde camas com IA que otimizam as fases biológicas do sono até interfaces cérebro-computador.
O desafio agora é outro: construir estruturas corporativas capazes de se adaptar em tempo real, revisar caminhos rapidamente e operar com muito mais flexibilidade. Mais do que antecipar o futuro, as empresas precisam estar preparadas para evoluir junto com as ferramentas.
O SXSW 2026 deixou um recado claro: o diferencial competitivo não está mais em prever, mas sim em responder melhor e mais rápido às tempestades tecnológicas. O seu corpo, o seu trabalho e a sua organização agora são plataformas abertas.
E isso muda tudo.
As conversas que estão moldando os próximos modelos de negócio já estão acontecendo, longe do barulho das redes sociais e perto dos laboratórios de pesquisa. Participar delas de corpo presente faz uma enorme diferença na velocidade de reação de uma companhia.
O Pre-Sale do SXSW 2027 já está aberto. Para empresas e profissionais que querem acompanhar essas transformações de perto e ouvir diretamente dos maiores futuristas e executivos globais, este é o momento de garantir participação com as melhores condições e com parcelamento exclusivo.
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Assista a palestra na íntegra:


